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terça-feira, 25 de novembro de 2008

MAIS UMA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO!!!


Título do trabalho: O ENSINO DE ENTOAÇÃO DE LÍNGUA INGLESA SOB A PERSPECTIVA MULTICULTURAL DA ABORDAGEM COMUNICATIVA
por ANA CRISTINA CUNHA

Resumo: Por vários anos, o ensino da fonologia supra-segmental da língua inglesa permaneceu no ostracismo, dando-se prioridade continua à instrução dos sons isolados da fala. No entanto, com as perspectivas e necessidades apontadas pela abordagem comunicativa no começo dos anos 90, chamou-se a atenção para uma instrução que levasse em conta detalhes nocional-funcionais da inteligibilidade, fluência e espontaneidade do discurso. Um dos grandes problemas colocados no ensino de entoação de língua inglesa tem a ver com a primeira língua do aprendiz. A entoação é parte da comunicação de atitudes e emoções – curiosidade para perguntas, certeza para declarações, estar no controle para comandos – que somente podem ser descobertas quando as pessoas estão interagindo e assim podem identificar os sentimentos envolvidos. Nem todas as culturas permitem certas liberdades ou restrições na demonstração desses sentimentos e é exatamente aí onde a interferência de aspectos prosódicos aparecem (CESSARIS & BOLINGER, 1991). O que se pretende fazer, em primeiro plano, é entender o papel multicultural da entoação dentro de perspectivas mais amplas das estratégias discursivas e encontrar formas de levar isso para sala de aula. Uma boa instrução de padrões entoacionais deve levar em consideração também o caráter multimidiático e tecnológico. Lembram daquela velha desculpa do aluno que está a aprender vocabulário novo? “Só entendo quando vejo a escrita”. Semelhantemente poderia haver a extração dos correlatos acústicos da entoação (freqüência fundamental e pitch range) através de um software que demonstrasse aos alunos a “forma da fala” como um recurso de compreensão e memorização de estrutura prosódica.



Mais informações sobre a programação geral do evento no site: http://www.flael.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

MINHA PALESTRA NO YOUTUBE

Para assistir a palestra proferida no ENCONTRO INTERNACIONAL TEXTO E CULTURA, clique no link abaixo:
www.youtube.com/ja09jio/ksin

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Encontro Internacional de Texto e Cultura


Todas lindas no dia da apresentação das sessões coordenadas : Elaine de Lima, Meire, Eu, Heloisa Feltes (RS) e Elaine Forte

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Primeiro dia do Congresso




Estou colocando mais fotos do congresso porque Meire só me passou agora. Nessa foto eu estou mais que à vontade com meu cologa AD e na outra foto com minha amiga Meire!!! Esperem que vem mais ...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

ENCONTRO INTERNACIONAL DE TEXTO E CULTURA

Oi, pessoALL
Mais uma vez apresento palaestra amanhã no ENCONTRO INTERNACIONAL DE TEXTO E CULTURA NO PONTA MAR HOTEL, ÀS 8:00 DA MANHÃ.

SALA SUB 3 - Sessão 14 - Referenciação e Análise da Conversação
COORDENADOR: Ana Cristina Cunha da Silva
O estabelecimento e a manutenção da referência: replicando um experimento
Antonia Suele de Souza Alves
Os níveis de inferência na interpretação das anáforas indiretas
Elaine de Lima Oliveira
A inter-relação entre os aspectos situacionais e as expressões dêiticas espaciais nos e-mails pessoais
Antônio Lailton Moraes Duarte
Forma e função das anáforas indiretas em diferentes gêneros textuais
Marcilene Oliveira Sampaio
Processos de referenciação na escrita escolar

domingo, 26 de outubro de 2008

ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS


OLÁ, GENTE!!!
MAIS UMA VEZ ESTAREI APRESENTANDO TRABALHO (APRESENTAÇÃO ORAL) NESSA SEMANA NO I ENCONTRO DE PESQUISA - ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS, NO DIA 30/10 ÀS 14:00, NO PICI, BLOCO 926 (FÍSICA), SALA 23, SESSÃO 159. O MEU TEMA DESTA VEZ TEM TUDO A VER COM O QUE ESTOU TRABALHANDO AGORA NA TESE:
"A IMPORTÂNCIA DO PARADIGMA CONEXIONISTA NOS ESTUDOS DE AQUISIÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA"
Ana Cristina Cunha da Silva (Doutoranda) e Ana Cristina Pelosi de Macedo (Orientadora)
Imagine como seria maravilhoso se pudéssemos aprender uma língua estrangeira em tempo record. Alguém lhe perguntaria: "Sabes falar inglês?" E você responderia: "Ainda não, mas posso aprender" ou então "não falo tão bem, mas eu poderei falar fluentemente após eu carregar e treinar um programa em meu cérebro. Espere só 1 minuto". Fantástica velocidade, não?! Tal realidade não está tão distante. Algumas simulações da transferência do conhecimento fonético-fonológico já estão sendo ou já foram desenvolvidas para diminuir o esforço e o sotaque dos aprendizes durante o processo de aquisição/aprendizagem de uma segunda língua ou língua estrangeira. O paradigma do conhecimento que suporta esses experimentos é o conexionismo. O conexionismo estuda a aquisição da linguagem como um processo construtivo e guiado por dados, processo esse baseado em universais da estrutura cognitiva (MacWhinney, 2001; Gasser, 1990; Zimmer, 2005). As vantagens de se adotar um modelo conexionista para a implementação de teorias/ensino de aquisição de L2 são inúmeras, dentre elas simular a transferência de conhecimento – lingüístico ou extralingüístico. O objetivo deste trabalho é apresentar a relevância da abordagem conexionista para nossa pesquisa, comparando este paradigma com outros. Além disso, ainda discutiremos os procedimentos para a simulação da transferência do conhecimento prosódico (suprassegmental) numa rede neural artificial e as possíveis implicações que esperamos com este experimento.
Palavras-Chave: CONEXIONISMO, AQUISIÇÃO e TRANSFERÊNCIA

sábado, 25 de outubro de 2008

Os monitores do congresso


A organização é vital para qualquer empreitada ser bem sucedida. Obrigada a todos que deram o melhor de si na realização desse evento! Vcs são 10!

Raymond Gibbs


No fim do congresso, durante o cocktail de encerramento, finalmente me rendo à popularidade do papa da Metáfora e peço para tirar uma foto com ele. A humildade é inerente aos grandes pensadores de verdade. Já a vaidade é para os que pensam que podem alem do que são. Um dia quero ser como ele: humilde e competente na área que escrevo!

Comissão organizadora


Tive o prazer de assessorar as professoras Paula Lenz e Ana Cristina Pelosi na execução da planilha do congresso. Parabéns para nós!

A amizade vence a distância


Eu e meu amigo Daniel Nascimento. Esse rapaz vai longe!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Jantar do congresso


No dia 23 de outubro os participantes mais chiques do congresso compareceram ao restaurante Camarões para desfrutar de um agradável jantar. Aqui ao lado temos o prof. Raymond Gibbs da Universidade da Califórnia, eu, minha colega de doutorado e amiga Meire Cabral e o professor húngaro e renomado Zóltan Zovecses.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O resumo da minha apresentação no congresso


A METÁFORA NO DISCURSO MÉDICO: UMA ANÁLISE DAS EXPRESSÕES LINGÜÍSTICAS
USADAS POR DR. GREGORY HOUSE, M. D.
Ana Cristina Cunha da Silva (PPGL/FUNCAP/UFC)
cris0708@gmail.com
A metáfora, escolhida em conjunto pelos sistemas lingüístico e cognitivo de um indivíduo, é uma
ferramenta para fazer os interlocutores estabelecerem uma compreensão mútua na conversação.
Observa-se na dinâmica discursiva uma tentativa de o falante adequar os seus padrões de uso sobre metáfora aos padrões dos seus interlocutores durante o evento comunicativo, utilizando nesse jogo lingüístico-cognitivo gestos e elementos prosódicos para transmitir suas mensagens com sucesso. Cameron (2003) fez uma investigação minuciosa do processo de negociação de metáforas entre falantes em seus principais momentos de uso (sessões de reconciliação). A autora observou o uso de pelo menos dois procedimentos básicos na análise de metáforas, além de ter apresentado um sistema de agrupamento de metáfora e as dez principais metáforas sistemáticas ao longo da análise de dados. Nosso trabalho tem como objetivo investigar o discurso permeado de metáforas para explicar uma situação médica que atinge um paciente. Quando o Dr. Gregory House (personagem principal da série norteamericana (HOUSE) se reúne com sua equipe para resolver problemas de diagnóstico em pacientes com casos raros e/ou complicados, acontece o processo de negociação de significado entre o personagem principal e os membros de sua equipe. Aqui, adotamos os mesmos procedimentos metodológicos de análise sugeridos por Cameron.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

III CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE A METÁFORA NA LINGUAGEM E


O III Congresso Internacional sobre a Metáfora na Linguagem e no Pensamento (III CMLP), que se dará nos dias 21 a 24 de outubro de 2008, em Fortaleza, Ceará, é iniciativa do Curso de Mestrado em Lingüística Aplicada da UECE em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Lingüística da UFC, com o apoio do GELP – Grupo de Estudo sobre Linguagem e Pensamento, que congrega os grupos ligados a esses programas COMETA – Cognição e Metáfora (UECE) e COLIN – Cognição e Lingüística (UFC), ambos cadastrados no CNPq.

Eu apresentarei o seguinte trabalho:

A METÁFORA NO DISCURSO MÉDICO: UMA ANÁLISE DAS EXPRESSÕES LINGÜÍSTICAS USADAS POR DR. GREGORY HOUSE, M. D.
Ana Cristina Cunha da Silva

Ao mestre com carinho

http://www.bethynha.com.br/professor.htm

O quão importante é o conexionismo para a compreensão da modelagem mental?

Discutir a possibilidade de o conexionismo prover um modelo promissor de mentecérebro
coloca em discussão tudo o que se sabe acerca das Ciências Cognitivas. Entendemos
que, apesar de estarmos distantes de um modelo perfeito de mente-cérebro artificial, a
Abordagem Conexionista fornece um programa de pesquisa de fundamental importância e que
merece mais ênfase dentro das especulações da Filosofia da Mente, pois toda e qualquer
simulação de ações humanas, feitas de forma artificial, nos faz refletir sobre o que vem a ser e
qual a origem das ações “naturais” da mente humana.
Desde o surgimento da Inteligência Artificial (IA), na década de 1950, o computador
vem sendo assunto de destaque na Filosofia da Mente, no funcionalismo em particular, e o
surgimento do conexionismo vem causando polêmica na ciência cognitiva, particularmente no
campo da Inteligência Artificial. A discussão filosófica gira em torno das seguintes
indagações: o conexionismo pode prover um modelo promissor de mente-cérebro? E se o
conexionismo é capaz de prover tal modelo, quais serão as implicações para as teorias atuais
da cognição? As teorias simbólicas clássicas podem oferecer modelos da aprendizagem tão
bons quanto os do conexionismo? (Soraiany, 2006)